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25/02/2019

E lá vamos nós... de novo.

Paternidade

E lá vamos nós... de novo.

Ter ou não ter mais um filho? São vários os prós e contras, seja qual for a decisão do casal. Filho único, significa concentrar todas as forças e energias num só ponto. Há quem sujeite a questão sob a ótica financeira, argumentando no fato de poder prover para o filho tudo de melhor que se é possível dar. Outros, no cansaço de ter que passar novamente por todo processo de cuidado exigido nos primeiros anos de vida do pequeno. Não podemos esquecer quem pondera com a profissão na hora de tomar a decisão.

 

Mas me permitam contar uma história:

 

Era uma vez, um casal que já tinha um filho. A esposa estava bem no trabalho. Crescendo cada vez mais, com viagem marcada para o exterior e com possibilidade de conquistar novos destinos por mais tempo. Ele, no mesmo sentido, crescendo no escritório de advocacia com clientes que exigiam cada vez mais.

 

Conjugando esses fatores, ambos chegam a conclusão de que não é a hora do segundo. Afinal de contas, recém agora estavam conseguindo ter a vida como casal de volta, depois de um longo período na clausura.

 

Pensando nisso, com o primeiro filho já com dois anos de idade, já era possível deixá-lo para posar na casa da vó e curtir um jantar romântico vez que outra.

 

Pois bem. Dia desses, um casal de amigos havia terminado de reformar o apartamento e resolveram fazer um "Sambão de casa nova". Contrataram uma banda de samba e encomendaram muito chopp para receber a galera. Bom, o filhote foi para casa da abuelita e eles rumaram para a festa. Estava demais!!! Sair sem ter que se preocupar em acordar de madrugada para trocar fraldas e dar mama depois de um ano e meio nesse procedimento diário, foi realmente bom. Evidente que aqui não se está reclamando nem demonstrando arrependimento de absolutamente nada. Mas tem-se que pensar que para os filhos também é importante poder ver os pais se curtindo e namorando depois da paternidade. Afinal, são os exemplos do que ele vê dentro de casa que estarão consigo no futuro.

 

Voltaram para a casa e a festa continuou….

 

Confessaram que foi estranho dormir sem o filho em casa. Isto porque condicionamos nosso sono para permanecer alerta em razão do que pode acontecer e, depois de um ano e meio de convivência, por certo que não seria em uma noite que o sono voltaria a ser o mesmo de antes. Uma mistura de saudade e culpa fez com que cedo no dia seguinte já tivessem buscado o rebento...

 

Bom, depois de assimilar a idéia de filho único, nada parecia mais certo do que tentar resgatar aqueles antigos sentimentos suspensos por causa da gestação do primogênito. E assim foi. As viagens de trabalho voltaram e a vida social também.

 

Mas como dizem, a vida é uma caixinha de surpresas… Casualmente, ela tinha uma viagem marcada para o mesmo destino e na mesma época em que a desconfiança do primeiro filho surgiu. E não é que liga dizendo que não estava passando bem e que queria fazer uns exames quando voltasse? Bom, ele que recém tinha trocado de carro começou a pensar na possibilidade de desfazer o negócio…

 

Na verdade foi feita uma biopsia e descobriram que ela estava com um cisto hemorrágico em um dos ovários. Apesar de ser bem comum e se tratar de um quadro clínico simples, tomaram um susto. Seja como for, nunca é bom saber que apareceu uma mancha escura em qualquer exame que se faça...

 

Depois de algumas semanas, atrasou a menstruação apareceram algumas dores abdominais. Retornaram ao médico e saíram de lá com a receita para fazer um exame de gravidez.

COMO ASSIM pensava ele… O cisto virou um feto??? Ou será que era uma espécie de Alien? Eles não entendiam mais nada! Pavor e pânico. Ficaram atônitos! O cara só se acalmou quando ela tinha dito ter certeza de que não estava grávida. “Bom, se a criatura que é quem vai gerir diz que não se sente grávida, quem sou eu para discordar???” Na hora ele lembrou de um amigo de faculdade que dizia: Nunca confie num ser que sangra a vida toda uma vez por mês e nunca morre...

 

Dito e feito: ESTAVAM GRÁVIDOS NOVAMENTE!

 

E sim, essa é nossa história.

 

É incrível o que muda na gente numa hora para outra. Não foi a mesma coisa de quando descobrimos o Bernardo, nem teria como já que não tínhamos nenhum filho antes. Mas dadas as circunstâncias, todo nosso planejamento de não termos o segundo, caiu por terra.

 

Eu me vi obrigado a mudar todos meus conceitos sobre a nossa decisão anterior, porque não queria nem por um segundo que meu segundo filho se sentisse rejeitado. Afinal de contas, se é para ter, que seja na mesma intensidade de amor que antes, com toda nossa atenção e carinho voltados para a gestação…

 

O problema foi que a minha esposa não conseguia contar a boa nova para a chefe. Foram semanas bem tensas. Boa parte do que dá significado à vida dela, passa pelo seu trabalho. É uma dedicação realmente impressionante. Algo feito de corpo e alma, ao ponto de muitas vezes, perder a esposa para o sono mesmo antes de começar a novela das nove. Assim, ela somente estaria bem consigo mesma, depois de falar. E ela, como grande mulher que é, falou. Chorava tanto, que a chefe pensou que ela estava com uma doença terminal e acabou ficando feliz com a notícia...

 

Fato é que a vida tinha mais a nos alegrar do que entristecer. E tudo, absolutamente tudo tomou seu rumo mais uma vez. De susto ou não, na hora errada ou certa hoje temos a certeza de que cada coisa está em seu devido lugar.

 

E nós que pensávamos ter atingido a perfeição, não sabíamos que ainda havia algo melhor por vir... E veio! Atende pelo nome de Martina. E eu, desde então, tanto e sempre, sou só amor. A princesa do papai estava a caminho e meu reinado ganha um novo jardim. Desta vez de rosas...

 

Um beijo, Paizão. 


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Gaúcho, 37 anos, advogado e blogueiro. Paizão do Bernardo e da Martina. samir@aramisnassif.com.br

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