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Saúde
Entenda o Autismo
13/06/2018 17:52:25

"Uma criança nunca é igual a outra".

A frase pode até parecer simples, mas é essencial para entender o autismo. Pois nem sempre o diagnóstico ou os sintomas são os mesmos para todos. Por ser um distúrbio com diferentes níveis, recebe o nome de “espectro autista”. Imagine um degradé, que vai de cores muito escuras, em que se encontram os casos mais graves, até os tons mais claros.

De acordo com um novo relatório do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CD), dos Estados Unidos, notou-se um aumento de 15% no número de crianças que possuem Transtorno do Espectro Autista (TEA) em relação aos dois anos anteriores. Isso significa 1 caso para cada 59 crianças (estimativas de 2014, divulgadas agora).

A conscientização do quadro clínico, melhora no diagnóstico, aumento do tamanho populacional, e a possível ajuda governamental são fatores que fazem o número de autistas subir.

Tendo em vista que no passado, eram considerados autistas, apenas os casos bem severos. Hoje em dia, o autista leve está inserido no espectro, e são independentes, casados, cursando universidades, trabalhando.

Apesar de os sinais para o transtorno ficarem mais nítidos após os 3 anos, alguns indicativos desde bebê podem servir de alerta, como: 

 Bebês que evitam o contato visual com a mãe, inclusive durante a amamentação;

• Choro ininterrupto;

• Apatia: o bebê não interage com o meio ambiente: vê um cachorro ou gato na rua e fica indiferente;

• Inquietação: antes do primeiro ano de vida, está sempre irritado. Você o amamenta ou conversa com ele, mas continua agitado;

• Pouca vontade para falar, transtorno de linguagem, com repetição de palavras que ouve;

• Surdez aparente: a criança não atende aos chamados;

• Movimentos pendulares e repetitivos de tronco, mãos e cabeça;

• Resistência a mudanças na rotina: recusa provar alimentos ou aceitar um novo brinquedo, por exemplo

Há casos, ainda, em que há regressão: a criança se desenvolve bem até 1 ano e meio. Depois dessa idade, para de sorrir ou de se comunicar, por exemplo.

Causa e diagnóstico

A grande contribuição causal do autismo é o fator genético. Porém fatores externos ou ambientais também podem contribuir; como infecções na gravidez ou uso de medicamentos para controle de epilepsia.

Não há um exame específico que indique o transtorno. A avaliação deve ser clínica e feita por uma equipe multidisciplinar, formada por psicólogo, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo. Por isso, mediante qualquer desconfiança sobre desenvolvimento do seu filho, procure um especialista.

Lembre-se sempre de consultar um profissional. 

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